sexta-feira, 31 de julho de 2015

Vereador Tarcísio do Gesso adere à bancada de apoio ao Prefeito Rubens Vieira em Cocal

O vereador Tarcísio Brandão Fontenele, conhecido popularmente como Tarcísio do Gesso (PSB), eleito pela oposição, anunciou através da rede social Facebook, a sua adesão a bancada governista do prefeito de Cocal -Rubens Vieira. O fato aconteceu na noite desta quinta-feira (30/07).

Tarcísio disse que tomou a decisão após muita reflexão, por isso, ele acredita que aqueles que o elegeram vão compreender a adesão, já que a mudança tem como principal objetivo facilitar e fortalecer o trabalho da atual gestão para melhorar ainda mais a vida do povo cocalense.


O parlamentar foi muito bem recebido pela bancada da situação, mas sofreu críticas de alguns colegas de oposição. Tarcísio voltou a afirmar que sua decisão foi acertada e que as críticas não vão diminuir sua força para trabalhar em prol dos cocalenses, especialmente, os que o elegeram.

"A união faz a força, entendo que o prefeito desta cidade vem fazendo um governo que tem compromisso com o povo, então nessas condições não poderia pensar diferente. Declaro meu apoio a Rubens Vieira e venho contribuir com este grupo político e com o desenvolvimento de Cocal", relata Tarcísio.

Rubens Vieira afirma que recebe o vereador de braços abertos e acredita que ele só vem somar com o trabalho que já está sendo desenvolvido. "Vamos nos unir e juntos podemos fazer muito mais pelos cocalenses. Ficamos felizes com a vinda do vereador Tarcísio do Gesso para a situação, desse modo vemos que nosso trabalho e nosso amor por este município está sendo reconhecido pelo legislativo local", disse o prefeito.

Assim como Tarcísio do Gesso, o vereador Lucimar da Padaria que antes fazia parte da oposição agora também integra a bancada da situação da Câmara Municipal de Cocal. A bancada governista passa a ter 8 vereadores, contra 3 da oposição.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Inclusão Social 2015: Obmep muda vida de alunos em Cocal dos Alves

A imponente Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão, no município de Cocal dos Alves (286 km de Teresina), estava com o portão fechado e sem o alarido tradicional dos colégios de crianças e adolescentes. O silêncio é de um mosteiro e não há movimentação de alunos, o que é normal no mês de julho, tempo de férias.


O que surpreende é a chegada de estudante do segundo período do curso de Matemática da Universidade Federal do Piauí (Ufpi), Antônio Wesley de Brito Vieira, de 17 anos, que avisa que dentro da escola tem alunos, sim, se preparando, nas férias, para a segunda etapa da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) 2015, que vai ocorrer no dia 12 de setembro.

A maratona de estudos começa às 7h e vai até as 12h e dentro de duas salas e da biblioteca do colégio um grupo de estudantes de anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio se empenham com professores da escola e com reforço de professores do Departamento de Matemática da Ufpi, ex-alunos da escola, para que os estudantes de Cocal dos Alves continuem batendo recorde de medalhas, como ocorreu no ano passado.

Cerca de 350 mil alunos do Piauí participaram da 10ª Obmep, em 2014, trazendo diversos títulos para casa. É um resultado impressionante para um município, cujo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um dos 50 mais baixos do país e onde cerca de 95% da população vive do Programa Bolsa Família.

Os estudantes se dedicam aos cálculos e conceitos de Matemática para mudarem de vida e têm nas Olimpíadas o caminho para melhorarem de vida e ganharem bolsas que seguirão todas as suas vidas acadêmicas. Os alunos que ganham medalhas de ouro, prata e bronze ganham bolsa de R$ 100,00 por mês para ajudar nos gastos com os estudos; quando são aprovados em universidades e faculdades ganham bolsa de R$ 500,00 por mês; os que fazem mestrado ganham R$ 1,5 mil por mês. As bolsas vão até o doutorado.


O professor de Matemática, Antônio Cardoso do Amaral, de 35 anos, que foi homenageado este ano pela Obmep, pelo trabalho que realiza em Cocal dos Alves, conta que cada estudante que passou pela Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas tem uma história bonita de superação, seja a dos que estão cursando doutorado no Instituto de Matemática Pura Aplicada (Impa), os que estão estudando Medicina e Engenharia e os que estão começando a lutar por medalhas agora, ao chegarem ao Ensino Médio.

“Tem-se uma ideia de que o grupo é isolado e não é. O grupo é heterogêneo. São os alunos que querem vir estudar durante as férias, eles são bastante interessados, bastante entusiasmados. Isso é admirável porque eles vêm de longe, vêm de moto; tem menino aqui que percorre de 15 a 16 quilômetros para estudar na preparação para a Olimpíada, e como o período de recesso é pequeno, e para não atrapalharmos o horário escolar, os estudantes estão no colégio durante toda a semana. Eles correspondem bem, um ou outro falta, mas na maioria dos dias todos estão presentes”, falou o professor Amaral.


Competições são resultado de dedicação dos alunos e professores


Hoje, os alunos de Cocal dos Alves fazem Olimpíada de Química, de Física, de Robótica, de Português, de Informática, de Mobifog, de construção de foguetes, e qualquer concurso que aparece. “O professor Antônio Amaral diz que a gente disputa até corrida de saco”, define Pedro Henrique Portela, de 12 anos, e estudante do 7º ano do Ensino Fundamental.


Em 2005, quando o professor Amaral e os estudantes de Cocal dos Alves participaram pela primeira vez da Obmep, conseguiram classificar 25 alunos na fase final, levaram 17 prêmios, entre medalhas e menções honrosas.

Animados com os resultados, professores e estudantes agora batem recorde de medalhas. “Nesses dez anos, nesse período de férias sempre ficamos nos preparando para participar da Olimpíada. O que nós fazemos é aproveitar bem esse programa da Obmep. Não é só uma prova de múltipla escolha e, três meses, uma prova discursiva. Esse período de preparação acaba por dar uma bagagem muito extensa em Matemática e quando chegam na universidade, os professores dão depoimento dizendo que são os melhores estudantes que já receberam no curso e, com certeza, esses estudantes não vão ter dificuldades de passar nos cursos de pós-graduação”, afirmou Antônio Amaral.

Das competições surgem profissionais promissores

Do programa Obmep tem professores da Universidade Federal do Piauí, ex-aluno fazendo doutorado em São Paulo, ex-aluno fazendo doutorado no exigente Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa).


A trajetória dos amantes de Matemática é de sucesso. Os alunos da escola fazem todas as Olimpíadas que aparecem pela frente, sempre com bons resultados. Foi da Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão que saiu Izael Francisco de Araújo, campeão do “Soletrando”, o quadro do programa “Caldeirão do Huck”, em 2011. Hoje, o rapaz estuda o quarto período do curso de Medicina na Universidade Estadual do Piauí (Uespi), para onde passou ainda estudando o segundo ano do Ensino Médio.

Outro caso de sucesso é o de João Francisco Rocha Filho, um aluno acima da média, de origem muito humilde, que sonhava em estudar Engenharia Civil, mas sequer tinha luz em casa. A família só teve energia quando chegou na zona rural de Cocal do Alves o Projeto Luz para Todos. Hoje, João Francisco cursa Engenharia na Universidade Estadual do Piauí.

“Por esses caminhos que já foram trilhados, basta o menino querer. Ele pode percorrer tudo isso. Existem bons exemplos de êxito e o balanço é positivo. Pelo sucesso dos que aqui passaram e porque pensamos que estamos fazendo o que precisa ser feito, temos a sensação de que precisamos aumentar, melhorar, conseguir mais recursos. Em geral, nós ficamos muito alegres porque estamos conseguindo avançar”, define o professor Antônio Amaral.


Competição muda realidade de alunos 


Os 240 alunos da Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão são todos envolvidos com a competição, sendo que 35 participaram do treinamento e 24 estão participando da fase final da Obmep. “Se não fosse a Obmep, eu teria estudado até o 7º ano do Ensino Fundamental e viajado para arrumar trabalho em um grande centro urbano, como fizeram tantos parentes, amigos e conhecidos. Meus pais são lavradores, eu estudava por estudar, sem nenhuma meta ou pensando em chegar na universidade”, diz Jean Carlos Souza de Brito, de 21 anos, que conquistou seis medalhas (duas de bronze, duas de prata e duas de ouro) e está estudando o curso de Matemática e, nas férias, está preparando os alunos da Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão para a Olimpíada.



Filho de lavradores e morador de um povoado chamado Chafariz, Jean Carlos trabalhava de manhã e ia para a escola à tarde e repetiu de ano três vezes, pois tinha que trabalhar. Agora, como ganhou bolsa de iniciação científica, pode se dedicar integralmente aos estudos. “Sempre gostei de Matemática, mas não sabia que tinha potencial”.

Foi o professor Antônio Amaral que enxergou essa habilidade em mim. Minha vida mudou e agora estou retribuindo o que o professor fez pela gente e isso é muito gratificante. A Olimpíada é o motivo pelo qual estou na universidade. Eu sentia que não fosse capaz de chegar lá. Melhorou minha autoestima. “Eu passei a acreditar em mim porque consegui medalha com pessoas que já estavam no topo”, falou.

Para Sandoel de Brito Vieira, o talento para os números não apenas abriu novas possibilidades, como lhe garantiu uma vaga na Universidade Federal do Piauí, justamente na faculdade de Matemática. Filho de um trabalhador autônomo e uma dona de casa, ele tem uma menção honrosa, dois bronzes e três ouros na Obmep. “Antes de começar a disputar as Olimpíadas, eu tratava a Matemática como outra matéria qualquer. Mas o professor Amaral tratava o assunto quase como uma brincadeira e não como mais uma enfadonha disciplina da grade escolar”, disse Sandoel de Brito Vieira.


Sandoel de Brito Vieira vai fazer pós-graduação em Matemática, mas Marilene Magalhães de Brito, de 22 anos, preferiu Nutrição. Também é aluna da Ufpi. Na Obmep, a filha de agricultores hoje aposentados conquistou uma prata e dois bronzes. “A Olimpíada mudou a minha forma de acreditar no futuro: entendi que é possível conseguir o que se deseja estudando. Sem falar que foi uma contribuição enorme no meu crescimento acadêmico e pessoal”, falou.

O futuro engenheiro Fernando Vieira, também aluno da Ufpi, é outro que só guarda boas recordações dos tempos de escola. Participou das seis primeiras edições da Obmep e levou três bronzes, duas pratas e um ouro. Mas, curiosamente, lá no comecinho, ele nem era assim tão fã do professor Amaral. “No início, nossa relação era mais de professor e aluno, mas com o tempo, foi mudando. E, hoje, somos amigos bem próximos. Ele foi quase um pai para mim. Eu era bom com números, mas só despontei mesmo com as Olimpíadas. Tudo que tenho na vida devo à Obmep e ao professor Amaral”, testemunha.


Ex-aluno volta a Cocal dos Alves para incentivar jovens estudantes 


Professor do Departamento de Matemática da Ufpi, Vitaliano de Sousa Amaral, é ex-aluno da Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão, de Cocal dos Alves, e volta, nas férias, para ajudar os jovens estudantes a conquistarem medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Vitaliano Amaral, que tem mestrado em Matemática, ganhou uma medalha de bronze na Obmep de 2007, na primeira edição com a participação dos estudantes de Cocal dos Alves.


“Oficialmente, eu estou de férias na Universidade Federal, mas agora os estudantes de Cocal dos Alves estão se preparando para a segunda fase da Obmep e a gente dá conteúdo e os prepara para os exercícios. Nós os preparamos em conteúdo, mas também em relação ao tempo, porque as provas têm quatro horas a quatro horas e meia de duração. Eu volto para orientar aos estudantes porque eu devo muito a esse colégio e ao professor Amaral”, disse o jovem.

De acordo com ele, foi o incentivo que recebeu na escola que o fez focar nos estudos e superar até mesmo a distância. Vitaliano morava 15 quilômetros distante da escola e estudava de dia e trabalhava à noite. “Eu estudava por estudar, estar no Ensino Médio já era para mim onde eu podia chegar, não pensava em universidade. Agora, os estudantes já sabem o que querem fazer, o que querem estudar e eu estou aqui para ajudá-los”, afirmou Vitaliano Amaral. 


Filhos de lavradores pedalam 7 km em busca de uma vida melhor 


Os irmãos Anderson da Silva Brito, de 14 anos, Jeferson da Silva Brito, de 13 anos, estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental, e Márcio da Silva Brito, de 12 anos, saem diariamente às 6h30 de sua casa no povoado Baixão de Cima, na zona rural de Cocal dos Alves. Eles pedalam por sete quilômetros e chegam à Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão a tempo para as aulas, que começam às 7h30 e terminam às 17h30. Depois, fazem a mesma viagem de volta.


Essa rotina também se repete no período de férias porque Anderson, Jeferson e Márcio estão se preparando para a Olimpíada de Matemática e pensam em estudar bastante para sair da vida humilde a que estão submetidos os seus pais, os trabalhadores rurais Francisco das Chagas e Ioneide Alves da Silva. Anderson da Silva disse que, no ano passado, estudou bastante, mas só ganhou Menção Honrosa na Obmep, mas agora quer ganhar medalha. “Uma medalha de Matemática vai ser importante para minha vida estudantil. Assim, eu posso garantir uma bolsa na universidade”, afirma Anderson da Silva Brito.

Jeferson da Silva Brito não conseguiu uma medalha, mas luta para conseguir. “Eu fiquei muito triste e agora estou estudando mais. Nós três estudando muito pensando em ganhar uma bolsa para a faculdade, arrumar um bom emprego e ter uma carreira”, fala Jeferson Brito.

Na casa dos três adolescentes não tem computador ou tecnologia. Anderson e Jeferson afirmam que já conseguem ajudar os pais em contas na venda da carne dos animais que criam e abatem e querem, com os estudos, uma vida melhor do que têm seus pais agricultores. “Queremos ter uma vida melhor e não vamos conseguir isso sem muito esforço, estudo e dedicação”, ensina Jeferson da Silva Brito.

A mãe Ioneide Alves da Silva recebe os três filhos em casa, confiantes do futuro dos filhos. “Somos pobres e ficamos preocupados com o destino de nossos três filhos e, graças a Deus, eles sabem que se não investirem com firmeza na educação, não terão melhores oportunidades do que a gente, que não estudou”, fala Ioneide Alves da Silva.


Fonte: Portal Meio Norte


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Confira algumas novidades da Loja Siqueira Variedades em Cocal


A Loja Siqueira Variedade avisa aos clientes e amigos que o local passou por uma reforma e ampliação. Agora contamos com um maior espaço para lhe proporcionar mais conforto e comodidade na hora de suas compras.


Nossa loja conta com uma grande diversidade em roupas populares e de marcas conhecidas nacionalmente. Pensando nos festejos da cidade de Cocal, a Loja Siqueira Variedades já conta com muitas novidades em confecções masculina, feminina, infantil e juvenil, biquínis, acessórios e uma grande linha de lingeries.


Confira o que estamos anunciando!

Localizada na Rua: Primeiro de Janeiro, nº 10, Bairro São Pedro em Cocal.
Fone: (86) 9 9964-2730 / 9 9932-3367.
Org: Aline Siqueira.

Vende-se uma propriedade na Zona Rural de Cocal


Vende-se uma propriedade na localidade Juazeiro, zona rural de Cocal, distancia de 10 km da sede do município. 

O local a venda possui 50 metros de comprimento por 35 metros de largura, todo cercado com arame, contendo uma casa das dimensões de 10m de frente por 12m de fundo, dividida em sete cômodos e uma varanda, sendo: duas salas; dois quartos; uma cozinha; um banheiro e uma garagem.


A casa ainda possui água encanada e energia elétrica e é toda rodeada de árvores como; coqueiros, mangueiras, jaqueiras, cajazeiras, dentre outras. Lembrando que o imóvel é todo documentado.


Interessados falar com Toinho Vieira (Toinho Locutor) pelo fone: (86) 9 9993-6857.


Convite de Festa



Hozyel e Forró Pesado convida a população de modo em geral a participarem de uma animadíssima festa que será realizada no dia 01 de agosto, na Cervejaria o Gabriel, no povoado Jacarandá, zona rural de Cocal.

Venha! Traga sua família e convide seus amigos para esse evento que se iniciará às 22:00 horas.




Polícia apreende cigarros de origem paraguaia e bebidas no interior do PI

A Polícia Civil do Piauí apreendeu na manhã desta quarta-feira (29)  uma grande quantidade de cigarros de origem paraguaia e bebidas no quintal de uma residência em Piripiri, Norte do estado. No local os policiais também encontraram a quantia de R$ 200 mil, uma espingarda e fumo. Um homem foi preso em flagrante.


De acordo com o delegado titular da Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária, Econômica e Relações de Consumo (Deccoterc), João José Pereira, no depósito que funcionava no quintal da casa havia diversos frascos de bebidas conhecidas no mercado e outras menos populares. A polícia acredita que a bebida estava sendo adulterada para posteriormente ser vendida.

"A operação foi desencadeada hoje pela manhã por ordem por do juiz da cidade. Ao todo temos quatro mandados de busca e apreensão para serem cumpridos. Até o momento, foram apreendidos cigarros, dinheiro e fumo e uma pessoa que estava no local foi presa em flagrante", revelou o delegado.


A operação foi batizada de “Suíno”, nome adotado em razão do apelido de um dos investigados conhecido pelo apelido de “porquinho”.

Participam da ação policial homens da Delegacia Especializada de Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra as Relações de Consumo (Deccortec) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A ação conta com apoio da Secretaria de Fazenda (Sefaz).


Fonte: G1 | PI


Provavelmente a mídia nunca te contou isso sobre a Cuesta da Ibiapaba


Essas cidades do Ceará - São Benedito, Guaraciaba do Norte, Ibiapina, Ubajara, Tianguá, Carnaubal, Viçosa do Ceará, Croatá e Ipu, localizam-se na Cuesta da Ibiapaba, região com altitudes de até 903 metros. Devido à altitude, o inverno na Cuesta da Ibiapaba tem temperaturas amenas em comparação com as demais regiões do Ceará, com a ocorrência de Neblina no começo da manhã, e com frequência à noite, dando a paisagem, a aparência das regiões de clima frio, como o Sul ou Sudeste do País. É comum os termômetros registrarem temperaturas que chegam perto dos 15°C, ou menos. Nos pontos mais elevados da serra como em São Benedito (Ceará) e Guaraciaba do Norte, o frio pode ser mais intenso, e as temperaturas descem perto dos 13°C no inverno.


terça-feira, 28 de julho de 2015

Governo descumpre decisão e não paga benefício a vítimas de Algodões

As famílias vítimas da Barragem de Algodões I dos municípios de Cocal e Buriti dos Lopes ainda não receberam o benefício alimentar concedido através de decisão judicial. São 762 famílias com direito ao benefício, sendo 499 famílias do Município de Cocal e 263 da cidade de Buriti dos Lopes, que aguardam o Governo do Estado a cumprir com a decisão da Justiça. 


O recurso interposto pelo Estado do Piauí foi negado e manteve o dever de pagar mensalmente até o último dia do mês em curso o benefício alimentar no valor de R$ 60,00 por pessoa adulta, acrescido de R$ 30,00 por criança e R$ 58,00 por unidade familiar.

De acordo com Corcino Medeiros dos Santos, presidente da Associação das Vítimas da Barragem de Algodões (Avaba), desde o final do mês de janeiro, a entidade vem tentando marcar audiência com o governador para tratar do assunto. 

“Esse benefício nunca foi pago a nenhuma família e até o momento a única resposta que recebemos do governo é que não há recursos para esse pagamento. A situação é complicada, pois até mesmo buscamos marcar uma audiência com o governador e ele se recusa a conversar conosco”, afirma Corcino Medeiros. 

A decisão da Justiça ordena ao Estado do Piauí o pagamento do benefício alimentar mensal, isto quer dizer que, nos termos da decisão, o não pagamento acarretará além da multa pecuniária no valor de R$ 5.000,00/dia sobre o patrimônio do gestor público, no caso: Secretário da SASC e Secretário de Fazenda, respectivamente, Henrique Rebello e Rafael Tajra, crime de desobediência e de improbidade administrativa. A decisão não está sendo cumprida e com o atrasado ultrapassa a cifra de 8 milhões.

O presidente da Avaba enfatiza ainda, que o Poder Judiciário têm decidido com justiça, porém, o Estado do Piauí faz letra morta às decisões judiciais e, por essa razão, não hesitará em pedir a prisão do Secretário da SASC e da Fazenda.

“É um descanso com essas famílias, trata-se de um desrespeito ao ser humano numa tragédia que o Estado foi o único responsável. É caso de cassação do mandato do governador, pois desrespeita a ordem judicial e incorre em crime de responsabilidade também, porque o atraso é contumaz”, ressalta Corcino Medeiros. 


Procurada pela reportagem do Portal AZ, a Secretaria Estadual da Assistência Social e Cidadania (Sasc) declarou, através de nota, que já solicitou a suplementação dos recursos e aguarda somente a assinatura e publicação do decreto pelo Palácio de Karnak, o que deverá ser feito ainda esta semana, inclusive o pagamento das pensões, cujos recursos são oriundos do Fundo Estadual de Combate a Pobreza (Fecop).


Fonte: Portal AZ

Compre na Loja Esquina da Moda e concorra a uma moto zero KM em Cocal


A Loja Esquina da Moda, "A Loja das Grandes Promoções", será inaugurada amanhã (23 de julho/quinta-feira) e promete ser um ícone cocalense no segmento fashion. A loja contará com uma grande variedade em roupas populares, preços baixos e bom atendimento.


Além disso, o cliente que fizer uma compra a partir de R$ 50,00 (cinquenta reais) ganhará uma cartela para concorrer ao bingo de uma motocicleta Honda Pop 100cc zero km, que será realizado dia 31 de janeiro de 2016.


Então, quanto mais você comprar, maiores são as chances de você ganhar! Aproveite essa oportunidade que só a Loja Esquina da Moda oferece.

Localizada na Avenida Joaquim Vieira de Brito, nº 145, centro de Cocal, em frente ao Mercado Público,  onde funcionava o Comercial do Zé Rosa.



O que aconteceria se o governo imprimisse mais dinheiro para dar aos pobres?

Nos dá um aperto no coração quando vemos cenas lamentáveis de cidadãos em estado de pobreza extrema. Ao vivo ou nos noticiários, a realidade dura e crua nos mostra famintos, sem-tetos, mendigos… Por mais rico que seja um país, sempre haverá indivíduos em situações assim, invariavelmente. É uma conclusão simples e lógica: essas pessoas passam fome e são miseráveis por um motivo – elas não têm dinheiro o suficiente para suprir as mais básicas necessidades. A solução parece óbvia.


Se elas, as pessoas pobres, precisam de dinheiro e é o governo quem produz esse dinheiro, por que ele não dá um jeito? E se o governo imprimisse mais dinheiro para dar aos pobres? Já se perguntou? Bem, o fato é que muita gente se pergunta isso, mas não é nem de longe tão simples e prático quanto parece.

A questão é que a economia de um país não caminha isolada. Se a Casa da Moeda imprimisse – por ordem do Banco Central -, por exemplo, 1 bilhão de reais a mais do que é produzido normalmente, direcionando esse dinheiro aos pobres, haveria uma falsa sensação de melhora na economia seguida por inflação desenfreada.


Imprimindo mais dinheiro, inicialmente haveria uma euforia devido ao aumento do poder de compra. As pessoas gastariam mais em bens e serviços como alimentos, eletrodomésticos, restaurantes, etc, e isso impulsionaria a economia em todos os setores, desde os profissionais liberais (advogados, jornalistas etc.) até o comércio e a indústria. Ou seja, ocorreria um aumento geral de venda e lucros. Até aí tudo bem, mas e depois?


Mais dinheiro circulando significaria, automaticamente, maior demanda pelos bens e serviços produzidos – que são o valor real da economia, e não o dinheiro, que é só um meio de troca. E é simplesmente impossível aumentar de súbito a produção desses bens para acompanhar o dinheiro entrando. Gradativamente, as empresas atingiriam seu limite e as pessoas, com dinheiro sobrando, continuariam querendo comprar. Mas acontece que haveria muito dinheiro para comprar, sem bens o suficiente para vender.


O resultado seria aumentar os preços como forma de tentar reequilibrar o poder de compra com o que a sociedade pode produzir no curto prazo. A inflação generalizada tornaria todo o ambiente da economia incerto e descontrolado, e os empresários passariam a não investir ou a investir muito pouco. O crescimento da economia cairia, gerando uma crise.

Por isso, ao invés de resolver o problema do país, produzir mais dinheiro que o normal só pioraria.




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